Empresário paranaense do ramo dos cosméticos, já condenado diversas vezes por uso de mão de obra análoga à escravidão e exploração de trabalho infantil, agora resolve se apresentar como salvador da pátria. Quer ser deputado federal e já montou diretório de apoio em Laranjeiras do Sul, tentando passar por bom samaritano.
Curioso como, para alguns, a ficha criminal vira currículo político e a exploração do próximo vira detalhe irrelevante. Quem construiu fortuna às custas de trabalhadores vulneráveis não se transforma em exemplo apenas porque decidiu disputar uma eleição.
Política não apaga o passado. E ambição eleitoral não transforma hipocrisia em virtude.



