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Uso do cinto de segurança permanece baixo no Brasil

Com o aumento das viagens de fim de ano e o maior fluxo nas rodovias, o Centro Universitário FEI alerta para a importância ...[ Leia completo ]

Com o aumento das viagens de fim de ano e o maior fluxo nas rodovias, o Centro Universitário FEI alerta para a importância do uso correto do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo. A pesquisa de 2019 mostra que apenas 54,6% dos ocupantes traseiros usam o cinto, evidenciando vulnerabilidade. A física das colisões explica que a ausência do cinto faz com que passageiros e objetos soltos se tornem riscos letais.

Com o aumento das viagens de fim de ano e o maior fluxo nas rodovias, o Centro Universitário FEI alerta para a importância do uso correto do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo.

Com o aumento das viagens de fim de ano e o maior fluxo nas rodovias, o Centro Universitário FEI, referência em engenharias há quase 85 anos, alerta para a importância de práticas que elevem a segurança no trânsito, sobretudo o uso correto do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo. Entender os princípios básicos da física das colisões ajuda a explicar por que a ausência do cinto faz com que passageiros e objetos soltos se tornem riscos letais.

A professora Marcilei Guazzelli, de Física da FEI, destaca que, mesmo em velocidades aparentemente baixas, a energia envolvida em uma batida pode causar lesões graves quando o corpo não é contido adequadamente.

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