Professor Caverna discute a expectativa de um ano melhor, a importância da ação e da responsabilidade, e convida a participar do V Café Filosófico.
Professor Caverna questiona a esperança de um ano melhor. Ele observa que a expectativa mistura fé e cansaço, pois continuamos acreditando mesmo após muitos tombos, enquanto já tentamos, prometemos e juramos que “agora vai”.
A vida, porém, permanece caótica, imprevisível, injusta e surpreendente.
A expectativa surge como mecanismo de defesa quando tudo pesa demais, transformando o futuro em refúgio. Dizer que o próximo ano vai melhorar funciona como respirar fundo após um soco no estômago, mas não é mentira nem garantia; é apenas esperança que não se apoia em provas.



