Insultos como vagabundo, canalha, patife, criminoso e idiota, bem como outros adjetivos usados verbalmente, por escrito ou por linguagem mímica, não produzem efeito contra quem se dirige. O máximo que se sente é um pequeno desabafo no próprio estado emocional.
O alvo nem sequer reage, pois não se importa com o que se diz.
Para que alguém se sinta motivado a insultar, ele deve acreditar que possui esse caráter e estar habituado à situação que leva a rotulá‑lo. As projeções classificatórias tornaram‑se improfícuas e redundantes.
A coluna alerta para mudar a resposta daqueles que merecem rebatidas fortes, que são corrigíveis, e lembra que o alvo pode usar a justiça para se beneficiar das rebatidas.





