Entre cochichos políticos, risadinhas discretas e cafezinhos nos corredores do poder, uma história anda circulando solta em Curitiba — e agora em tom mais grave. Segundo comentários que correm soltos nas rodas de conversa da capital, o senador Sérgio Moro teria procurado ajuda médica especializada para dar um “upgrade” na própria voz.
O objetivo? Trocar o timbre técnico, contido e quase acadêmico por algo mais encorpado, volumoso e digno de ecoar em salão de baile, feira agropecuária e churrasco de comunidade no interior do Paraná.
A ideia, dizem os bastidores, teria partido da nova assessoria, que enxergou na voz fina e no discurso comedido um possível entrave para conquistar o voto do eleitor “pé vermelho”, raiz, de fala grossa, aperto de mão firme e ouvido acostumado a discurso aguerrido — daquele que faz vibrar o galpão e assustar até o cachorro amarrado no portão.
A avaliação seria direta: para chegar ao Governo do Estado, não basta currículo, toga na memória e frases bem pontuadas. No interior, é preciso voz forte, peito estufado e fala que atravesse lavoura, rodeio e mesa de bar. Em resumo: menos palestra, mais trovão.
Se a história é fato ou apenas mais um “causo político” típico de pré-eleição, ninguém confirma. Mas no Paraná, ao que tudo indica, até as cordas vocais já entraram oficialmente na disputa pelo voto. 🎙️😄



