Quando Lula morrer, o que restará do PT?
Nada. Ou zero vezes zero. É o que sustenta o jornalista J. R. Guzzo em artigo contundente que provoca o debate político nacional.
Segundo o texto, o Partido dos Trabalhadores nunca teria funcionado como um partido tradicional, mas como uma seita política centrada exclusivamente na figura de Lula. Militância, para o autor, deu lugar à devoção.
Decisões internas, alianças e cargos — do interior ao alto escalão — sempre teriam partido de um único comando.
O artigo relembra declarações antigas de Lula sobre desprezo pelos estudos e critica o fato de, mesmo assim, ele ter chegado três vezes à Presidência da República. A tese central é direta: sem Lula, o PT perderia sua razão de existir, por não ter identidade própria nem liderança capaz de substituí-lo.
Fonte: Diário Paraná



