O presidente da Alep (Assembleia Legislativa do Paraná), Alexandre Curi (PSD), protocolou uma proposta legislativa que visa integrar o setor acadêmico ao segmento cafeeiro paranaense.
O texto oficializa o grão como patrimônio histórico, cultural e econômico da unidade federativa, estipulando normas para aproximar colégios técnicos e universidades dos trabalhadores rurais.
Essa medida busca modernizar a produção regional através de pesquisas científicas, visto que o território estadual ocupa atualmente a posição de quinto maior produtor nacional da commodity, conforme dados da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento.
A iniciativa pretende estabelecer um ecossistema de cooperação técnica para aplicar inovações tecnológicas diretamente nas propriedades rurais.
Segundo o parlamentar idealizador, a intenção é fundir o aprendizado das salas de aula com a prática cotidiana das lavouras.
O projeto foca no desenvolvimento sustentável e na retenção de sucessores familiares no campo, combatendo o êxodo juvenil por meio da qualificação profissional e do uso de agricultura de precisão.
Estatísticas recentes indicam que o cultivo do fruto sustenta milhares de famílias paranaenses, especialmente em microrregiões do Norte Pioneiro e Vale do Ivaí.
Os pilares da normativa englobam o incentivo a práticas ecológicas e o fomento ao intercâmbio de saberes entre pesquisadores e agricultores.
A matéria legislativa projeta a expansão da competitividade dos grãos locais em mercados internacionais, onde a demanda por certificações de origem e sustentabilidade cresce anualmente.
O plano estruturado pelo deputado busca promover a evolução socioeconômica das localidades produtoras, garantindo suporte institucional para que o Paraná recupere protagonismo no cenário global do agronegócio especializado.
Estruturação
O texto prevê a instituição de bolsas de pesquisa e estágio em colégios agrícolas e universidades estaduais; programas de intercâmbio em polos cafeicultores; a criação de laboratórios vivos para testes práticos e pesquisas de campo; além do desenvolvimento de softwares de gestão e análise voltados à solução de desafios do setor, como questões climáticas e pragas agrícolas.
Outra medida é a criação de uma plataforma digital, baseada em pesquisas realizadas por instituições públicas, que permitirá orientar os produtores em tempo real sobre práticas agrícolas, controle de pragas e condições climáticas, ampliando a eficiência e a competitividade da produção. O projeto também autoriza a celebração de convênios e parcerias com organizações públicas e privadas, nacionais e internacionais, para o desenvolvimento de pesquisas, extensão e inovação.
Certificado
O café cultivado nos termos da nova legislação poderá receber o Certificado de Inovação Cafeeira, agregando valor ao produto. “A proposta reforça o compromisso com o desenvolvimento regional e com a modernização da produção agrícola”, afirma Curi. “O Paraná tem tradição e vocação na cafeicultura. Com maior integração, podemos transformar essa vocação em mais renda, empregos e sustentabilidade”, conclui.
Leia outras matérias do Blog do Tupan e do parceiro Jornal Paraná
Coritiba amarela para a Chapecoense e empata
Cascavel se segura na elite do paranaense em 2027
Athletico tenta colocar na rede o Peixe e garantir três pontos
Alexandre Curi propõe lei que atualiza normas de atendimento prioritário
Ponte de Guaratuba se aproxima da inauguração
Astronautas poderão tirar selfies no espaço
Tabagismo, álcool e infecções são os maiores causadores de câncer
Mata a “ex” e joga o carro debaixo de um caminhão
Horóscopo de 12 de fevereiro de 2026
Óbitos em Curitiba de onze de fevereiro de 2026
Estão puxando o tapete de Ricardo Barros no Progressistas do Paraná
Ratinho Junior só não sai candidato a presidente se não desejar
Renato Freitas pode ficar de fora da eleição de outubro
O que acontece com Lula, virou um novo Joe Biden?
Educação do Paraná é o exemplo de que como mudar para melhor
Confraria de ex-vereadores une a direita e a esquerda
Fonte:Blog do Tupan





