A Polícia Federal já está de posse e analisando os dados bancários de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A corporação cruza as movimentações financeiras com as de outros investigados no esquema de descontos ilegais em benefícios do INSS. As informações são do site Poder360.
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Entre os nomes sob análise estão o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, preso desde setembro de 2025, e a lobista Roberta Luchsinger. O objetivo é identificar o caminho do dinheiro e verificar se houve transferência direta ou indireta entre as contas.
A quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Lulinha foi pedida pela PF em janeiro de 2026 e autorizada pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. A medida foi adotada semanas antes de a CPI do INSS aprovar providência semelhante.
Documentos preliminares da apuração indicam que Lulinha pode ter recebido valores mensais de R$ 300 mil relacionados ao esquema que desviava recursos de aposentados e pensionistas.
A suspeita é que os pagamentos tenham sido operacionalizados pelo Careca do INSS, apontado como um dos articuladores financeiros da fraude.
Na decisão que autorizou a quebra de sigilo, Mendonça determinou ainda que provedores preservem os e-mails vinculados ao empresário para evitar perda de provas.
Indicado ao STF em 2021, André Mendonça conduz a investigação das fraudes no INSS. Ele também é relator do processo envolvendo o Banco Master, instituição liquidada pelo Banco Central e alvo de apuração por suspeitas contábeis.
Com a autorização do Supremo, o filho do presidente passou formalmente à condição de investigado com dados financeiros e comunicações sob análise judicial.
Lulinha nega qualquer participação no esquema. Seu advogado, Marco Aurélio de Carvalho, afirmou anteriormente que as menções ao nome do empresário são infundadas e têm motivação política.
Fonte:Agora Brasil Notícias





