PARANÁ – O anúncio da filiação do ex-prefeito Berto Silva ao , com o respaldo do ex-senador , e já lançado como pré-candidato a deputado estadual, escancarou o que muitos nos bastidores já comentavam: a fragilidade do MDB em nível estadual.
O partido, dizem críticos, virou uma vitrine de “ex”: ex-prefeito, ex-senador, ex-isso, ex-aquilo. Pouca renovação, muito passado.
Sobre Álvaro Dias, aliados ainda falam em disputa ao Senado, mas adversários são diretos: depois do revés na última eleição, a missão seria quase impossível diante de nomes como , Deltan Dalagnol e Cristina Graeml ou ainda Filipe Barros que largam com maior capital eleitoral.
Já Berto Silva enfrentaria um cenário ainda mais duro. Nos cálculos de analistas, teria dificuldade para ultrapassar a marca dos 9 mil votos em todo o Paraná. Sem apoio consolidado de prefeitos, distante até de antigos aliados e ex-vereadores de sua própria base, carrega ainda o peso de processos judiciais, condenações e promessas não cumpridas que desgastaram sua imagem.
O episódio do comício de 2024, quando chamou professores de “casta superior”, também não saiu da memória política recente e segue sendo lembrado por adversários.
No cenário estadual, a avaliação mais ácida é clara: Berto hoje é irrelevante. Não por acaso, desde o fim do mandato, seu nome pouco apareceu em articulações de peso.
Resta a pergunta que ecoa nos bastidores: a pré-candidatura é projeto real ou estratégia para puxar votos a outro nome da chapa? Ou seria apenas disposição para enfrentar um vexame nas urnas?
A corrida começou — mas, para alguns, já começou atrás.
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