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Programa Aurora chega a Guarapuava com presença da Unicentro em condomínio para idosos

A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) expandiu a sua atuação no programa Aurora, iniciativa da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino ...[ Leia completo ]


A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) expandiu a sua atuação no programa Aurora, iniciativa da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). Além das atividades já desenvolvidas pela Universidade em Prudentópolis, a instituição passou a realizar ações no Condomínio Viver Mais Paraná de Guarapuava, que foi inaugurado em dezembro de 2025, no bairro Boqueirão, com 40 residências.

Este programa estabelece a inserção das universidades nos condomínios habitacionais para idosos da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) existentes no estado por meio de projetos multidisciplinares que articulam ensino, pesquisa e extensão. O foco é abordar o envelhecimento como um processo de transformações biopsicossociais, identificando os perfis sociais, físicos, funcionais e cognitivos dos residentes. 

Para o morador Haroldo de Souza Bahls, de 83 anos, a presença da Unicentro no condomínio é positiva e transmite tranquilidade aos residentes, que têm confiança na equipe. “Além das atividades físicas, que são muito importantes, também temos acesso a diversas informações a respeito da nossa saúde e dos nossos direitos”, conta.

Em Guarapuava, a coordenação do Aurora está sob responsabilidade da professora Eliane Gonçalves de Jesus Fonseca, do Departamento de Fisioterapia do Câmpus Cedeteg, enquanto a vice-coordenação é exercida pela professora Carla Sant’Ana de Oliveira, do Departamento de Pedagogia do Câmpus Santa Cruz. A equipe multidisciplinar reúne profissionais graduados e estudantes de graduação de Enfermagem, Fisioterapia, Pedagogia e Serviço Social.

“As atividades buscam fortalecer a autonomia e a autoestima dos participantes, reduzindo o isolamento e estreitando os vínculos comunitários. Paralelamente, o projeto contribui para a formação cidadã dos estudantes e profissionais envolvidos, proporcionando o contato com práticas humanizadas”, destaca a coordenadora. “As atividades buscam fortalecer a autonomia e a autoestima dos participantes, reduzindo o isolamento e estreitando os vínculos comunitários”

Segundo a professora Eliane, a equipe visitou o projeto Aurora em Prudentópolis, conduzido pelo Câmpus de Irati da Unicentro, para conhecer práticas e pensar no modelo que seria criado em Guarapuava, a partir das necessidades dos idosos. “Desde o início do ano nós estamos propondo diferentes atividades com a nossa equipe multidisciplinar. Os moradores não são obrigados a participar, mas temos registrado uma boa adesão”, relata, explicando que o projeto está aberto a parcerias com outros cursos.

A experiência de atuar como bolsista graduado no projeto tem sido enriquecedora para o fisioterapeuta Victor Ribeiro Cecchetto. “Eu penso que contribui para a conscientização sobre o envelhecimento. Apesar de estudarmos teoricamente sobre isso, a prática é muito diferente. Cada idoso tem uma história de vida e, quando a conhecemos, podemos nos transformar”, reflete. 

A estudante de Pedagogia Nicoly Rocha de Oliveira Orcioli compartilha desta percepção. “Aqui temos acesso a um conhecimento amplo sobre o que é ser uma pessoa idosa e quais são os desafios enfrentados no cotidiano. Como acadêmica é maravilhoso fazer parte porque consigo ver a importância da minha profissão fora do ambiente escolar”, considera.

A enfermeira Gabriele Bartle está tendo a oportunidade de dar continuidade às suas pesquisas sobre idosos, envolvendo a prática no condomínio. “A nossa equipe tem contribuído para a socialização e para que os idosos consigam identificar suas fragilidades. Além disso, conseguimos trazer serviços para cá, com foco na promoção de saúde”, explicou. Já a assistente social Marina de Campos realizou entrevistas para verificar demandas dos condôminos, propondo atividades orientativas personalizadas, além de realizar encaminhamentos, quando necessário. “Tem sido uma experiência nova e enriquecedora”, finaliza.

(Por Scheyla Horst)




Fonte:G+ Guarapuava

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