PUBLICIDADE

BANNER SUPERIOR SITE
BANNER SUPERIOR SITE

Setor produtivo reage contra tributos da Reforma Tributária

Um projeto de lei protocolado na Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) pretende impedir que os tributos criados pela Reforma Tributária sejam considerados na ...[ Leia completo ]


Um projeto de lei protocolado na Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) pretende impedir que os tributos criados pela Reforma Tributária sejam considerados na base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A proposta é de autoria do deputado estadual Fabio Oliveira (Novo) e surgiu a partir de reivindicações apresentadas por representantes do setor produtivo e entidades empresariais.

De acordo com o parlamentar, a iniciativa busca oferecer segurança jurídica durante o período de transição do novo modelo tributário, além de evitar interpretações que possam resultar em aumento indireto da carga fiscal para empresas instaladas no Estado.

O texto propõe alterações na legislação estadual que regulamenta o ICMS para estabelecer que a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o Imposto Seletivo não integrem a composição utilizada para cálculo do tributo estadual.

Na prática, a medida determina que a cobrança do ICMS continue incidindo apenas sobre o valor da operação comercial, sem incluir tributos de competência federal ou compartilhada criados pela Reforma Tributária. Segundo o autor, a intenção é preservar a neutralidade do sistema e evitar efeitos que possam elevar custos para segmentos ligados à produção, ao comércio e à prestação de serviços.

A proposta ainda passará pela análise das comissões temáticas da Assembleia Legislativa antes de seguir para votação em plenário. Caso seja aprovada pelos deputados e sancionada pelo governo estadual, a regra passará a integrar a legislação tributária do Paraná durante a implementação das mudanças previstas pela reforma nacional.

Impactos da medida

Estudos citados na proposta indicam que, caso a CBS e o IBS passem a compor a base de cálculo do ICMS, empresas enquadradas no Lucro Presumido poderão registrar aumento de aproximadamente 13% na carga efetiva do imposto até 2032. Para empresas do Simples Nacional híbrido, o impacto poderá superar 3%.

Além dos reflexos para o setor produtivo, o projeto também busca evitar impactos sobre os consumidores. A justificativa argumenta que impedir a incidência em cascata de tributos contribui para reduzir pressões sobre os preços finais de produtos e serviços, preservando a competitividade da economia paranaense.

O texto destaca ainda que a proposta não cria benefício fiscal nem reduz a arrecadação estadual. Segundo a justificativa, a medida apenas esclarece, em lei, a forma de cálculo do ICMS diante das mudanças promovidas pela Reforma Tributária, garantindo maior previsibilidade para empresas, investidores e consumidores.

Leia outras matérias do Blog do Tupan e do parceiro Jornal Paraná

Coronel Hudson é aposta do PSD para o Senado Federal

Pinhais dá um gás para Sandro Alex, mas sem empolgar

Mauro Bobato se declara impedido para julgar Lórens Nogueira

Partidos vão usar R$ 5 bi do fundo eleitoral em outubro

Mobiliza faz curso de atualização política para candidatos

Curitiba terá nova ligação com Pinhais

Como criptografar um HD externo

Comer uvas pode te proteger da radiação solar

Treinar duas vezes por semana o mesmo músculo aumenta os ganhos musculares

Salta do segundo andar para impedir assalto

Treta em bar termina na rua com barra de ferro e tiros

Pablo Escobar vira marca de maconha no Paraná

Feriado de Corpus Christi altera horários de museus, parques e órgãos estaduais

Todos os acessos aos cemitérios públicos ficarão abertos aos sábados

Irmão mata irmão em briga dentro de casa

Horóscopo de quatro de junho de 2026

Óbitos de Curitiba em três de junho de 2026

Fonte:Blog do Tupan

Leia mais

PUBLICIDADE

Virmond Avança
Virmond Avança
Virmond Avança
Virmond Avança
Virmond Avança
Virmond Avança
Rolar para cima