PUBLICIDADE

BANNER SUPERIOR SITE
BANNER SUPERIOR SITE

Mulheres são resgatadas em boate de SC trabalhando para quitar dívidas com cafetina

ad_1] Investigação começou em julho deste ano para apurar as condições de trabalho no estabelecimento – Foto: Divulgação/Polícia Civil Uma mulher foi presa ...[ Leia completo ]

ad_1]

Investigação começou em julho deste ano para apurar as condições de trabalho no estabelecimento –

Uma mulher foi presa na quinta-feira (10) em Navegantes (SC) suspeita de manter uma casa de prostituição e impedir que mulheres deixassem o local por dívidas que chegavam a R$ 10 mil. A Polícia Civil cumpriu três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva durante a operação, que teve apoio de equipes de Balneário Piçarras e Itajaí.

Segundo a Polícia Civil, a investigação começou em julho deste ano para apurar as condições de trabalho no estabelecimento. A apuração aponta que os responsáveis pelo local cobravam valores pelo uso dos quartos e retiravam parte do dinheiro recebido pelas mulheres. Também eram aplicadas multas consideradas abusivas. Com a acumulação dessas cobranças, algumas mulheres chegaram a acumular dívidas de até R$ 10 mil.

As dívidas eram usadas como forma de impedir que as mulheres deixassem o local. Três delas só conseguiram sair após intervenção do Conselho Tutelar e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). A atuação dos órgãos ajudou a levar as informações às autoridades.

O companheiro da mulher presa está foragido. Ele já foi condenado a quase 24 anos de prisão por crimes como tortura, manutenção de casa de prostituição e estupro. Segundo a Polícia Civil, a mulher vinha administrando o estabelecimento sozinha enquanto o companheiro permanecia foragido. Ele foi identificado como Adelar Antônio Goldoni e continua sendo procurado.

As mulheres que estavam no estabelecimento no momento da operação foram levadas à delegacia para prestar depoimento. A mulher presa foi encaminhada ao presídio de Itajaí e permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil apura os fatos com base em suspeitas de redução de pessoas a condição semelhante à escravidão, manutenção de casa de prostituição e exploração da prostituição de outras pessoas.

Com informações: TN Online



Fonte:A Rede PG

Leia mais

PUBLICIDADE

Canta Cantu Nova Laranjeiras 2026
Canta Cantu Nova Laranjeiras 2026
Canta Cantu Nova Laranjeiras 2026
Canta Cantu Nova Laranjeiras 2026
Canta Cantu Nova Laranjeiras 2026
Canta Cantu Nova Laranjeiras 2026
Canta Cantu Nova Laranjeiras 2026
Rolar para cima