A atuação de Alexandre Curi (Republicanos) no Sudoeste do Paraná reúne R$ 126,4 milhões em 37 investimentos e demandas distribuídos por 26 municípios. Do total, cerca de R$ 9,15 milhões aparecem como recursos já liberados, enquanto R$ 117,26 milhões estão em diferentes etapas de tramitação, contratação, liberação ou execução.
Mangueirinha concentra a maior parcela da carteira, com aproximadamente R$ 38,8 milhões em nove ações. Entre os recursos liberados estão R$ 4,99 milhões para recapeamento asfáltico, R$ 1,2 milhão para obras no Complexo Esportivo José Dias de Almeida e no Ginásio Luís Balbino de Moraes, além de R$ 800 mil para uma escavadeira e R$ 350 mil para uma retroescavadeira.
A relação inclui ainda projetos de maior porte no município, como R$ 21 milhões para saneamento básico, R$ 7,66 milhões para o Contorno Noroeste, R$ 1,86 milhão para três caminhões e R$ 906,8 mil para um barracão industrial. Também há previsão de R$ 5 milhões para uma marina e um centro de eventos às margens do lago da usina.
Em Chopinzinho, a carteira soma aproximadamente R$ 5,2 milhões, incluindo R$ 1,5 milhão para reforma de um Centro Municipal de Educação Infantil e cerca de R$ 2 milhões previstos para uma nova creche pelo programa Infância Feliz Paraná.
A habitação é outro eixo dos investimentos. Renascença tem previsão de R$ 11,7 milhões para 65 moradias; Vitorino, R$ 10,8 milhões para 60 unidades; Marmeleiro, R$ 10,08 milhões para 56 casas; e Planalto, R$ 8,64 milhões para 48. Também estão registrados projetos habitacionais em Coronel Domingos Soares, Cruzeiro do Iguaçu e Coronel Vivida. Os empreendimentos estão em diferentes fases e nem todas as unidades estão concluídas.
A atuação regional também inclui grandes obras estaduais. Em 2025, Curi participou da entrega da modernização da PRC-280, que recebeu cerca de R$ 500 milhões para a restauração em concreto de aproximadamente 140 quilômetros entre General Carneiro e Pato Branco. Na mesma agenda, foram anunciados mais de R$ 148 milhões em investimentos para Pato Branco, incluindo a segunda etapa do Contorno Noroeste.
A Assembleia Itinerante levou o Legislativo a Pato Branco, Francisco Beltrão e Dois Vizinhos, onde entidades e prefeituras apresentaram demandas relacionadas a rodovias, habitação, saúde, infraestrutura, conectividade e equipamentos públicos.
No setor produtivo, Curi é coautor da Lei Estadual 22.765/2025, que proibiu no Paraná a reconstituição para consumo alimentar de leite em pó e outros produtos lácteos importados. A medida foi aprovada em meio às discussões sobre a concorrência dos produtos estrangeiros e os preços pagos aos produtores.
Outra iniciativa, a Lei 22.569/2025, criou uma política estadual de incentivo à agroindústria, com medidas voltadas à implantação, regularização e competitividade dos empreendimentos. A agenda também inclui propostas relacionadas ao uso de inteligência artificial na logística do agronegócio e às regras de cobrança pelo uso da água na atividade agropecuária.
Para uma eventual atuação no Senado, as propostas apresentadas para o Sudoeste passam por temas federais como seguro rural, crédito agrícola, armazenagem, comércio exterior, defesa sanitária e apoio a pequenos e médios produtores e cooperativas.
Na infraestrutura, a agenda inclui o acompanhamento de concessões rodoviárias e ferroviárias federais, com cobrança de cronogramas e execução de obras que afetam o transporte de leite, grãos, aves, suínos e produtos industrializados.
A saúde regional também aparece entre as prioridades, com defesa de maior participação federal no financiamento do SUS e ampliação dos serviços de média e alta complexidade nos hospitais de referência do Sudoeste.
Para os municípios de menor porte, a proposta envolve ampliar os mecanismos de financiamento federal e evitar a transferência de novas responsabilidades às prefeituras sem recursos correspondentes.
O cooperativismo também integra a agenda, principalmente diante das mudanças no sistema tributário. A proposta é acompanhar as regras relacionadas ao ato cooperativo, aos créditos tributários e aos efeitos da transição sobre as cooperativas agroindustriais.
Outro eixo é o aproveitamento de resíduos da produção de aves, suínos e agroindústrias para geração de biogás e biometano, com defesa de mecanismos de financiamento e regras que estimulem os investimentos.
Na educação, a proposta apresentada para o Senado inclui ampliar o ensino técnico e profissionalizante e aproximar a formação das necessidades de setores como agroindústria, cooperativismo, tecnologia e serviços.
A agenda para o Sudoeste, portanto, combina investimentos municipais já registrados, participação em projetos estaduais e propostas de atuação em Brasília nas áreas de infraestrutura, produção rural, saúde, educação, cooperativismo e financiamento público.
Fonte:Blog do Tupan








