O ser humano nasce frágil, mas não fraco; pequeno, mas não limitado; dependente, mas não derrotado. Entre o nascer e o morrer há um caminho, entre cair e levantar há uma escolha, entre desistir e persistir há um abismo que só a coragem atravessa. A história humana é feita de conquistas e quedas, vitórias e derrotas, aplausos e silêncios, mas, apesar do medo, da dor e do fracasso, o ser insiste em tentar, lutar e continuar.
A força humana não está na ausência do sofrimento, mas na capacidade de enfrentá‑lo; não em nunca cair, mas em sempre se levantar; não em nunca errar, mas em aprender com o erro. Somos feitos de carne e osso, sonho e propósito, limite e potência, medo e coragem, dúvida e fé, e o coração que treme também pulsa, a mente que vacila também cria, a alma que sofre também cresce. A superação começa quando termina a ilusão de que tudo será fácil, que nada dará errado e que o caminho é reto, curto e seguro; o caminho é torto, longo e incerto, mas é por isso que forma, transforma e fortalece.
O ser
O ser humano nasce frágil, mas não nasce fraco. Nasce pequeno, mas não nasce limitado. Nasce dependente, mas não nasce derrotado.





