O que antes era apenas um boato de corredor em Brasília agora ganha o peso de um relatório da Polícia Federal. Segundo o Pleno.News, o ministro Alexandre de Moraes decidiu que a “defesa da democracia” cansa e, aparentemente, resolveu dedicar seu tempo à defesa do Banco Master — instituição que, coincidentemente, abastece as contas do escritório de sua esposa com a bagatela de R$ 129 milhões.
Os pontos mais indigestos dessa relação:
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O “Tira-Dúvidas” do STF: Moraes não teve pudor em acionar a PF e o Banco Central (Galípolo que o diga) para monitorar investigações contra o banco. No Brasil de hoje, o réu não precisa de advogado, precisa do telefone do “Xerife”.
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A “Taxa de Sucesso” Familiar: Enquanto o país discute ética, o escritório de Viviane Barci de Moraes fatura contratos astronômicos. É a meritocracia de quem dorme com a caneta mais poderosa da República.
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O PGR no Papel de Pano de Chão: Paulo Gonet tenta emplacar a tese de que ser imoral é um direito, desde que não se prove o crime no papel timbrado. É o aval oficial para que o interesse privado dance valsa no plenário do STF.
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O Veredito: A blindagem de Moraes está trincando. Quando o magistrado usa o cargo para blindar os negócios que pagam as contas de casa, ele deixa de ser juiz e vira sócio oculto.





