O Projeto de Lei nº 216/2025, enviado pelo prefeito Renato Silva, altera a PGV e redefine a base de cálculo do IPTU a partir de 2026, com expectativa de incremento de cerca de R$ 50 milhões por ano.
O Projeto de Lei nº 216/2025, enviado pelo prefeito Renato Silva, está tramitando nas comissões da Câmara de Cascavel e altera a PGV, redefinindo a base de cálculo do IPTU a partir de 2026. A atualização deve provocar mudança expressiva na arrecadação municipal, com expectativa de incremento de aproximadamente R$ 50 milhões por ano no lançamento do imposto, número confirmado na própria Mensagem de Lei encaminhada pelo Executivo.
Os vereadores deverão votar a proposta já na próxima semana, antes do recesso legislativo.
Cascavel revisa suas projeções financeiras para 2025: a previsão inicial para arrecadação conjunta de IPTU e taxa do lixo era de R$ 110 milhões, mas somente o IPTU já rendeu R$ 90.741.518,00 até o momento, confirmando o forte desempenho da receita imobiliária, mesmo com a PGV defasada desde 2014. Apesar da boa performance, o governo municipal argumenta que Cascavel arrecada menos do que deveria, seguindo recomendações do Tribunal de Contas do Estado, que orienta a revisão periódica da PGV para refletir a realidade do mercado imobiliário.







