A Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) aprovou um projeto de lei que denomina a Biblioteca Pública do Paraná (BPP) de Biblioteca Pública Estadual Dalton Trevisan (BPEDT), eternizando um dos maiores nomes da literatura paranaense, brasileira e mundial ao símbolo da literatura em Curitiba.
A proposição foi aprovada em turno único e com dispensa de redação final, o texto segue para a sanção do governador Carlos Massa Ratinho Júnior.
De autoria do presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Alexandre Curi (Republicanos), a iniciativa presta homenagem ao escritor curitibano, considerado o mais premiado autor paranaense da história, cuja obra projetou a literatura do Estado para o cenário nacional e internacional. A proposta reconhece a contribuição de Dalton Trevisan para a cultura brasileira e busca perpetuar sua memória em uma instituição que simboliza o acesso ao conhecimento, à leitura e à preservação do patrimônio literário paranaense.
Também assinam como coautores do projeto os deputados Dr. Leônidas (PP), Moacyr Fadel (PSD), Matheus Vermelho (PP), Luiz Claudio Romanelli (PSD), Arilson Chiorato (PT), Pedro Paulo Bazana (PSD), Maria Victoria (PP), Batatinha (PSD), Alisson Wandscheer (PP), Anibelli Neto (MDB), Gilberto Ribeiro (PL), Cloara Pinheiro (PSD), Jairo Tamura (PL), Tercilio Turini (MDB), Delegado Tito Barichello (PL), Hussein Bakri (PSD), Luciana Rafagnin (PT), Denian Couto (PL), Mauro Moraes (PL) e Marcio Pacheco (Republicanos).
Trajetória e justificativa
Natural de Curitiba, Dalton Trevisan (1925-2024) foi um dos mais consagrados contistas brasileiros. Dono de um estilo marcado pela linguagem concisa e pela capacidade de retratar os dramas e as contradições da vida urbana, publicou mais de 50 obras, entre elas Novelas Nada Exemplares (1959), O Vampiro de Curitiba (1965) e A Polaquinha (1985). Recebeu importantes distinções, como o Prêmio Jabuti, o Prêmio Machado de Assis e o Prêmio Camões, a maior honraria da língua portuguesa.
A justificativa destaca que o autor viveu com extrema discrição, sempre em Curitiba, recusando entrevistas e exposições públicas, o que o tornou uma figura mítica, conhecida como “o vampiro de Curitiba”. Trevisan também deixou sua marca como fundador da revista literária Joaquim, considerada um marco da modernidade literária em Curitiba.
Para os autores da proposta, a homenagem consolida o reconhecimento público de um escritor que elevou o nome do Paraná no Brasil e no exterior, além de reforçar o compromisso do Estado com a valorização da cultura, da literatura e da formação de novas gerações de leitores.
Leia outras matérias do Blog do Tupan e do parceiro Jornal Paraná
Sobrinho passa a tia na faca, mas é salva com ação rápida da PM-PR
PC-PR prende quadrilha especializada em furtos em ônibus
Ciumeira foi o motivo para agredir grávida
Policial leva tiro na cabeça por chutar portão
Julho terá festivais de inverno, festas populares e eventos culturais no Paraná
Festival Sabores do Inverno estreia em Curitiba com menus especiais e votação do público
Receitas para se fazer no frio: Okonomiyaki de Couve-Flor
O que faz os mosquitos serem imunes às doenças que carregam?
Os efeitos positivos do cortisol para o corpo
Horóscopo de primeiro de julho de 2026
Horóscopo Chinês de primeiro de julho de 2026
Óbitos de Curitiba em 30 de junho de 2026
De quanto será a renovação na proporcional
As apostas do Podemos para a corrida eleitoral
Rafael Greca insiste em dobrada com Alexandre Curi
PSB implodiu a chapa de deputados federais?
Novo pode trocar Deltan Dallagnol por Paulo Martins
Ogier Buchi lança nome para deputado estadual
Copel entra no radar de Sergio Moro
Requião Filho apresenta nomes do PDT da proporcional
Fonte:Blog do Tupan







