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Educadores sociais de Foz fazem mobilização para expor sobrecarga de trabalho e prejuízo no atendimento à população

Educadores sociais de Foz do Iguaçu protestam contra a sobrecarga de trabalho e a falta de vagas, reivindicando jornada de 30 horas semanais. ...[ Leia completo ]

Protesto pacífico reivindica jornada de 30 horas semanais, novas vagas e concurso para o Cadastro Único

Educadores sociais de Foz do Iguaçu protestam contra a sobrecarga de trabalho e a falta de vagas, reivindicando jornada de 30 horas semanais.

Na segunda‑feira, 8 de dezembro, educadores sociais se reuniram na Praça Getúlio Vargas, em Foz do Iguaçu, e marcharam até a Secretaria Municipal de Ação Social. O protesto, pacífico e organizado, visava chamar a atenção da população e da gestão municipal para a sobrecarga de trabalho que tem prejudicado o atendimento nos CRAS e CREA.

Entre as principais reivindicações está a redução da carga horária semanal para 30 horas, a criação de 22 novas vagas e a abertura de concurso público para suprir a carência de profissionais responsáveis pelo Cadastro Único. Atualmente, a jornada chegou a oito horas diárias, com apenas uma hora de intervalo para almoço, o que diminui em duas horas o tempo disponível para atendimento direto à população vulnerável.

Ana Elisa Magalhães Miada, concursada há oito anos, relatou que a extensão da jornada tem impactado diretamente o fluxo de atendimento, sobretudo no período de almoço, quando os serviços ficam interrompidos. Celso Luís dos Santos, com 34 anos de atuação no município, apontou que a prefeitura tem transferido a responsabilidade do Cadastro Único para os educadores sem a devida remuneração, gerando insatisfação entre os profissionais altamente qualificados.

A administração municipal recebeu os representantes dos educadores para uma primeira rodada de diálogo e prometeu analisar tecnicamente as demandas. Ficou acordado que haverá nova reunião em 23 de janeiro para discutir a jornada de trabalho e outra em 27 de fevereiro para avaliar o plano de cargos e carreiras. Enquanto as negociações avançam, a categoria permanece em estado de greve e aguarda definição.

Perspectivas de negociação

Se não houver solução até a assembleia prevista para 10 de dezembro, os servidores ameaçam paralizar as atividades. A prefeitura ressalta que a adoção de qualquer medida depende de parecer técnico e disponibilidade orçamentária, mas mantém o canal de comunicação aberto, buscando construir respostas viáveis e responsáveis para a população que depende dos serviços sociais.

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