A cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu encerrou a presidência brasileira do bloco sem a assinatura do acordo de livre comércio com a União Europeia, um objetivo central do governo Lula.
O adiamento ocorreu após pedido formal da França e Itália à UE, que enfrentam pressão interna de agricultores contra abertura de mercado europeu a produtos sul-americanos.
O Conselho Europeu postergou a deliberação, inviabilizando assinatura durante a cúpula no Brasil. A ausência de Ursula von der Leyen e António Costa cancelou a viagem a Foz do Iguaçu, esvaziando objetivo político do encontro.
A falta de líderes europeus simboliza esgotamento da estratégia que apostava no capital político do presidente.



