O ano de 2025 trouxe dados meteorológicos históricos para o Paraná, com quatro tornados classificados pelo Simepar, temperaturas que atingiram extremos e um volume anual de chuvas próximo à média; 23 estações apresentaram volumes acima da média, incluindo Altônia, Apucarana, Capanema, Campo Mourão, Cascavel, entre outras, enquanto 20 estações ficaram abaixo da média, como Antonina, Cambará, Cerro Azul, Curitiba, Irati, Francisco Beltrão, Guaratuba, Jaguariaíva, Lapa, Loanda, Maringá, Palmas, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa, Guaraqueçaba, Santo Antônio da Platina, Telêmaco Borba, Ubiratã e Umuarama; Pinhão, Santa Helena e São Miguel do Iguaçu registraram cerca de 400 mm acima da média, com Pinhão somando 2 177,6 mm contra 1 774,7 mm de média histórica, Ponta Grossa 992,6 mm contra 1 415,1 mm e Guaraqueçaba 2 078,4 mm contra 2 548,7 mm; em algumas regiões houve períodos de seca, iniciando no evoluindo de fraca para moderada e, em alguns pontos na divisa com São Paulo, atingindo seca grave no fevereiro foi o mês mais quente da série histórica em 23 cidades, embora o verão de 2024/2025 não tenha superado o de 2023/2024, e o outono de 2025 apresentou chuvas abaixo da média em quase todo o estado, com destaque para Cascavel, onde as chuvas ficaram cerca de 180 mm abaixo da média histórica entre abril e junho, enquanto a temperatura do outono permaneceu dentro da média na maioria das regiões, mas Capanema registrou 42,5 °C em 27 abril, a maior temperatura desde a instalação da estação em julho de 2017; no inverno, as temperaturas ficaram dentro ou abaixo da média em todas as regiões, com 59 dias abaixo de zero em 26 cidades, sendo os dias 24 e 25 junho os mais frios do ano em todas as estações, a temperatura mínima mais baixa do ano foi -7,8 °C em General Carneiro em 25 junho, e -5,2 °C no Distrito de Horizonte em Palmas, enquanto Laranjeiras do Sul registrou -2,0 °C, a menor desde 2017; em julho Curitiba teve 83 horas com temperatura abaixo de 10 °C, e em agosto as máximas ultrapassaram 36 °C em Antonina, Cerro Azul, Loanda, Capanema e Paranaguá, mas as médias ficaram abaixo da histórica, com 28 alertas de geada emitidos ao longo do ano, cinco em maio, seis em junho, 11 em julho e seis em agosto, sendo que General Carneiro registrou seis dias consecutivos de geada em agosto; a primavera foi marcada por 224 ocorrências de tempestades, um aumento de 102 no ano anterior, com vendavales passando de 72 para 150 e granizo de 11 para 53, e em 22 setembro um tornado categoria F1 foi classificado pelo Simepar em Santa Maria do Oeste; em outubro as temperaturas médias ficaram até 2 °C abaixo da média histórica, e em novembro a maioria das regiões apresentou temperaturas dentro ou abaixo da média, mas o volume de chuvas ficou acima da média em quase todo o estado, com três tornados no dia 7 causando destruição em 11 municípios, sendo Rio Bonito do Iguaçu o mais atingido; o evento de 7 de novembro foi considerado um dos maiores da categoria no Paraná nos últimos 30 anos, no último mês, dezembro, algumas cidades tiveram chuvas muito altas, como Guaíra com 517,2 mm (maior desde dezembro de 2020) e Cambará com 407,2 mm, enquanto 19 estações registraram volumes abaixo da média, e a temperatura média ficou ligeiramente acima de 1 °C em Campos Gerais, Região Metropolitana de Curitiba e Litoral, mas dentro da média no restante do estado, com a temperatura máxima mais alta registrada em Telêmaco Borba em 26 dezembro (38 °C), e a temperatura mínima mais baixa em General Carneiro em 20 dezembro (0,8 °C).
Paraná registra extremos de temperatura e tornados em 2025
O ano de 2025 trouxe dados meteorológicos históricos para o Paraná, com quatro tornados classificados pelo Simepar, temperaturas que atingiram extremos e um ...[ Leia completo ]
- Por
- Gelson Douglas
- 02/01/2026
- Atualizado às 12:53
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