Paulinho cresceu em família humilde, onde o Natal não era celebrado com ceia, presentes ou decoração, tornando a data apenas mais um dia comum. Desde cedo, ele não sentia entusiasmo por Papai Noel, filmes ou músicas natalinas, e a expressão “Feliz Natal” parecia vazia.
Assim, o 25 de dezembro era sinônimo de indiferença em sua memória.
A perspectiva de Paulinho começou a mudar quando conheceu Iolanda, que valorizava a celebração do nascimento de Cristo. Com ela, os encontros familiares ganharam afeto, partilha e a construção de lembranças.
No ano atual, a casa do casal foi decorada com pinheirinho, presépio, guirlanda e luzes, e a ceia foi planejada com pratos típicos e sobremesas compartilhadas.



