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PL projeta eleger 35 senadores e virar o jogo contra Lula no Senado

Levantamentos internos do Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontam um cenário altamente favorável para a oposição na disputa pelo Senado ...[ Leia completo ]


Levantamentos internos do Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontam um cenário altamente favorável para a oposição na disputa pelo Senado em outubro. A sigla estima eleger, com segurança, ao menos 35 senadores nas eleições que renovarão 54 das 81 cadeiras da Casa.

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A conta considera a conquista de duas vagas por Estado na maioria das unidades da Federação. O número é tratado como piso. A avaliação interna indica potencial para avançar além disso, garantindo ao menos uma cadeira adicional em diversos Estados estratégicos.

A informação foi divulgada pela Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Bloco conservador pode alcançar maioria sólida

Caso a projeção se confirme, o bloco alinhado à direita chegará a 35 novas cadeiras. A esse grupo somam-se outros 15 senadores identificados com pautas conservadoras que ainda cumprem metade de seus mandatos.

Na prática, o PL trabalha com a possibilidade de estruturar uma maioria robusta no Senado, capaz de influenciar indicações ao Supremo Tribunal Federal, barrar projetos do Planalto e pautar agendas de interesse da oposição.

A disputa é vista como decisiva para redefinir o equilíbrio de forças em Brasília.

Estados conservadores no radar

Em colégios eleitorais com perfil majoritariamente conservador, como Distrito Federal e Santa Catarina, o PL pretende lançar dois candidatos competitivos ao Senado, apostando na força do eleitorado alinhado ao bolsonarismo.

No Nordeste, o cenário é mais adverso. Levantamentos indicam favoritismo de nomes ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em diversos Estados da região.

Ainda assim, a direção nacional do PL avalia que há espaço para crescimento, especialmente em Estados onde o desgaste econômico e a pauta de costumes podem influenciar o voto.

Senado vira prioridade máxima

A estratégia do PL deixa claro que o foco central da oposição não está apenas no Palácio do Planalto, mas no controle institucional do Senado. Com maioria consolidada, a direita ampliaria poder de veto, influência sobre autoridades e protagonismo legislativo.

Para aliados de Bolsonaro, a eleição de 2026 pode marcar uma inflexão na correlação de forças do Congresso — e o Senado é tratado como a peça-chave dessa virada.

Fonte:Hora Brasília Notícias

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