A cidade de Guarapuava ampliou a estratégia de vacinação contra o HPV para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que nunca receberam doses da vacina. A medida segue orientação do Ministério da Saúde e permanece válida até a Campanha de Vacinação nas Escolas, prevista para o primeiro semestre de 2026. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal e fortalecer a prevenção de doenças associadas ao HPV, como os cânceres de colo do útero, ânus, pênis, boca e orofaringe. A vacina é considerada segura, eficaz e uma importante ferramenta de proteção individual e coletiva. No município, as unidades básicas de saúde intensificaram as ações para ampliar o acesso à imunização. O enfermeiro Antony Colaço informou que foi disponibilizada às equipes de saúde uma relação nominal de adolescentes e jovens que ainda não receberam a vacina, permitindo a realização de busca ativa. A ampliação é destinada exclusivamente à população de 15 a 19 anos que nunca tomou a vacina contra o HPV; quem já recebeu uma dose em algum momento da vida não precisa se vacinar novamente. A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a vacina contra o HPV segue sendo ofertada de forma rotineira para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, conforme o Calendário Nacional de Vacinação, atualmente com esquema de dose única. Pais, responsáveis e o público-alvo podem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima ou o Centro Municipal de Imunização para verificar a situação vacinal e atualizar a caderneta.
A cidade de Guarapuava ampliou a estratégia de vacinação contra o HPV para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que nunca receberam doses da vacina.
A cidade de Guarapuava ampliou a estratégia de vacinação contra o HPV para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que nunca receberam doses da vacina. A medida segue orientação do Ministério da Saúde e permanece válida até a Campanha de Vacinação nas Escolas, prevista para o primeiro semestre de 2026.
O objetivo é ampliar a cobertura vacinal e fortalecer a prevenção de doenças associadas ao HPV, como os cânceres de colo do útero, ânus, pênis, boca e orofaringe. A vacina é considerada segura, eficaz e uma importante ferramenta de proteção individual e coletiva.



