Faltando 126 dias para a eleição de quatro de outubro de 2026 para a escolha de um novo governador e um vice, dois senadores, 54 deputados estaduais e 30 deputados federais, os candidatos e os escadinhas estão contando nos dedos parra entender quais são os partidos mais fáceis para se eleger na Alep (Assembleia Legislativa do Paraná).
Os concorrentes neste ano vão apostar na mobilização das redes sociais e os influencers que estão chegando de vários pontos do Paraná, principalmente de Curitiba, poderão desequilibrar a força e o sistema como vinha sendo escrito até 2022, mesmo assim o corpo a corpo será fundamental para desequilibrar a eleição para deputado estadual.
O partido mais teta se eleger no Paraná é a Federação Brasil da Esperança, formado pelo PCdob, PT e PV, dos seis deputados estaduais, quatro irão buscar upgrade político tentando cadeiras na Câmara Federal, Ana Julia (PT), Arilson Chiorato (PT), Luciana Rafagnin (PT) e Renato Freitas (PT). Só ficarão Dr. Antenor (PT) e Professor Lemos (PT). O partido projeta fazer até oito cadeiras, com ajudinha do fundo eleitoral deve aumentar a presença na Alep, abrindo a possibilidade do PCdoB e do PV elegerem representantes.
Outra legenda que está bem fácil de se chegar ao legislativo é o Podemos, com apenas o deputado estadual do Carmo, a chapa faz brincando dois estaduais, com chance de um terceiro, se as redes sociais ajudarem alguns concorrentes.
Caso Rafael Greca (MDB) entre na majoritária há uma perspectiva grande da bancada crescer de dois para quatro deputados estaduais, se tornando uma das teteias da eleição de 2026 para se chegar na Alep.
Entre os sem representatividade, talvez o mais fácil de se conquistar uma vaga no legislativo é a Federação PSDB/Cidadania, o presidente estadual Beto Richa fez uma chapa redondinha com emergentes e se tudo correr nos conformes, pode levar duas cadeiras com votações entre 22 mil a 35 mil, é bom lembrar que o índice mágico para se fazer uma vaga deve oscilar entre 95 mil a 110 mil.
Entre os nanicos, há uma expectativa para o Mobiliza e Missão, essas duas legendas estão correndo por fora, podendo conquistar no mínimo uma cadeira cada com votações rídiculas de até 30 mil devido os trabalhos nas redes sociais.
A Federação Rede/Psol disputa pelo menos uma cadeira entre os candidatos de esquerda, estar nesse partido também pode ser uma boa chance de se chegar a Alep, com baixa votação.
A Federação PRD/Solidariedade é a maior interrogação entre os nanicões, a saída de Flavia Francischini (PL) derrubou as apostas para o partido aparecer bem nas urnas, mesmo assim tem condições de fazer uma cadeira com votação baíxissima, em torno de 30 mil.
Outras siglas como o PSB, Agir, Democracia Cristã, Democrata (ex-PMB), PSTU, UP, PCB e PCO, só por milagres ganharão espaço na política estadual.
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Fonte:Blog do Tupan







