A Vivo encerra a concessão de telefonia fixa em 31 de dezembro de 2025, mudando para operação privada em 2026. A empresa investirá R$ 4,5 bilhões em fibra óptica em 121 municípios e ampliará a cobertura móvel em áreas rurais, mantendo linhas fixas apenas onde não houver alternativas tecnológicas. A mudança faz parte da modernização das regras da Anatel e enfrenta desafios como reclamações de falhas de sinal em Tocantins.
A Vivo vai encerrar a concessão de telefonia fixa em 31 de dezembro de 2025, mudando para um modelo de operação privada a partir de 2026. A empresa planeja investir R$ 4,5 bilhões em fibra óptica e ampliar a cobertura móvel em áreas rurais.
A Vivo confirmou que encerrará oficialmente a concessão de telefonia fixa no dia 31 de dezembro de 2025, marcando o fim de uma era e o início de um novo modelo de atuação voltado para a conectividade digital. A decisão faz parte de um movimento conjunto com a Anatel, que está modernizando as regras do setor para permitir que as empresas deixem o antigo regime de concessão e passem a operar sob autorização privada. A partir de 2026, a Vivo deixará o modelo de concessão pública e atuará como prestadora privada, o que lhe dará mais flexibilidade para investir e expandir suas redes. O plano anunciado prevê um investimento de cerca de R$ 4,5 bilhões na construção e ampliação de redes de fibra óptica em 121 municípios, além da manutenção da telefonia fixa em locais onde ainda é considerada essencial e da expansão das redes móveis em áreas rurais e comunidades com pouca conectividade. A Vivo ainda enfrenta desafios, como reclamações de consumidores sobre falhas de sinal e instabilidade nos serviços de internet e telefonia. No Tocantins, por exemplo, a operadora foi notificada após problemas constantes em municípios como Alvorada, onde a população relatou interrupções frequentes no sinal.



